Frederico da Cunha: Gestor Empático e Próximo das Equipas

Publicado . 2022-04-21 | Categorias . Artigos

Depois das biografias Luís Barbosa: Um Gestor com Alma de ArtistaVístulo de Abreu: O Primeiro Gestor Moderno de Portugal e José Miguel Leal da Silva: Entre Química e Minas, a Fundação Amélia de Mello e a Nova School of Business & Economics (Nova SBE) apresentam agora Frederico da Cunha: Gestor Empático e Próximo das Equipas. Neste quarto livro da colecção «Histórias de Liderança», a jornalista Maria João Alexandre fala-nos da vida e obra de Frederico da Cunha. O gestor teve um papel decisivo na reestruturação da CUF, na década de 1970, dedicou quatro décadas ao Grupo Queiroz Pereira e foi uma peça central no apuramento da verdade no caso da queda do Banco Espírito Santo. Com prefácio de António Galvão Lucas, engenheiro e quadro superior na CUF, e posfácio de Miguel Pina e Cunha, gestor e professor na Nova SBE, Frederico da Cunha: Gestor Empático e Próximo das Equipas é uma edição Guerra e Paz e estará disponível, quer na rede livreira nacional, quer nas plataformas de comercialização de ebooks, a partir do próximo dia 26 de Abril. O lançamento oficial da obra acontece no dia 5 de Maio, às 18h00, no espaço do Âmbito Cultural do El Corte Inglés, em Lisboa.

 

Sobre a obra:

Frederico da Cunha: Gestor Empático e Próximo das Equipas é assinado pela jornalista Maria João Alexandre e resulta de várias entrevistas e pesquisa bibliográfica. A obra acompanha a carreira de Frederico da Cunha, um gestor que, aos 22 anos, entra no Grupo CUF como estagiário e, apenas uma década depois, assume a direcção de todas as fábricas do Barreiro.

O biografado teve um papel decisivo na reestruturação da Cooperativa União Fabril (CUF), em 1970, e, depois da revolução de Abril de 1974, viria a ser saneado da companhia química, depois de ter estado preso em Caxias, por ser cunhado de Jorge de Mello (marido da sua irmã) e de Manuel Ricardo Espírito Santo (irmão da sua mulher). Viveu alguns anos no Brasil, seguindo-se quatro décadas de carreira ao serviço do Grupo Queiroz Pereira, onde acompanhou o processo de privatização da cimenteira Secil e da gigante do papel, Portucel Soporcel. 

No livro, Maria João Alexandre mostra-nos, através de relatos e entrevistas, que Frederico da Cunha se revelou sempre um gestor empático e próximo dos seus colaboradores, um dos segredos para a longa e profícua carreira na gestão de equipas e projectos. A obra põe ainda a descoberto os meandros da queda do Banco Espírito Santo, escândalo e saga familiar em que Frederico da Cunha é peça central na revelação da verdade.

Frederico da Cunha: Gestor Empático e Próximo das Equipas é a quarta obra da colecção «Histórias de Liderança», que nos dá a conhecer a vida daqueles que contribuíram para definir a natureza da gestão em Portugal, para memória futura, e cujos livros são fruto de pesquisa e de múltiplas entrevistas com os biografados e figuras que com eles conviveram, juntando também relevante acervo fotográfico.

Com organização e presidência da Fundação Amélia de Mello, o lançamento oficial da obra acontece no dia 5 de Maio, às 18h00, no espaço do Âmbito Cultural do El Corte Inglés, em Lisboa. O evento contará com a presença do vice-presidente da Fundação Amélia de Mello, Manuel Alfredo de Mello, do biografado, da autora, do professor Miguel Pina e Cunha e dos responsáveis da Fundação, da Nova SBE e da editora.

 

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