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Antero Barbosa

natural, por acaso, do concelho do Marco de Canavezes, reside, na sequência desse acaso, no Porto, desde 1976. É licenciado, sem descaso, em Estudos Portugueses, e exerceu, em caso não omisso, cargos administrativos e dirigentes em estabelecimentos da Universidade do Porto, em paralelo a vidas várias, a familiar e cívica entre elas. Há, em todo o caso, o vício da literatura desde a adolescência.
Publicou, ao acaso, Contextos (contos), 2005; Ramo e de repente (poemas), 2005; A Câmara Lenta da Morte (conto), 2017; Descoincidências – Obras In-Completas – Poema (coletânea 1982-2017), 2018; Obras In-Completas – Conto (coletânea), 2019.
Quando se deu o caso de um júri que leu os seus textos, obteve os seguintes prémios literários: Prémio de Poesia Brétema, 1990; Prémio Nacional Trindade Coelho – 2.º prémio (contos), 2005; Prémio Literário Fernanda Botelho (conto), 2016; Prémio Literário Orlando Gonçalves (ficção narrativa), 2019.
Manter-se-á até ao ocaso no ofício de «escreviver».