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Ernesto Rodrigues

(1956) é poeta, ficcionista, dramaturgo, cronista, crítico, editor literário, ensaísta e tradutor de Húngaro. Antigo jornalista, leitor de Português em Budapeste e assistente na Escola Superior de Educação de Bragança, é professor associado com agregação na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirigiu o Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias. Principais obras, desde a estreia em livro, em 1973: poesia – Sobre o Danúbio, 1985; Do Movimento Operário e Outras Viagens, 2013; Perseu, 2020; ficção – A Flor e a Morte, 1983; A Serpente de Bronze, 1989; Torre de Dona Chama, 1994; O Romance do Gramático, 2011; A Casa de Bragança, 2013; Passos Perdidos, 2015; Uma Bondade Perfeita, 2016 (Prémio PEN Clube – Narrativa); Um Passado Imprevisível, 2018; teatro – Teatro, 2021; ensaio – Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal, 1998; Cultura Literária Oitocentista, 1999; Verso e Prosa de Novecentos, 2000; Ensaios de Cultura, 2016; Literatura Europeias e das Américas, 2019; ensaio e tradução – Hungarica, 2020. Editou dezenas de clássicos portugueses, com relevo para Ramalho Ortigão, As Farpas, 2006-2007, e Tomé Pinheiro da Veiga, Fastigínia, 2011.