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Um dos maiores romances escritos em português. Este livro é uma festa da língua, revolucionário, destroçando todas as convenções literárias do seu tempo. O leitor é maltratado, há capítulos em branco, outros sem utilidade. Brás Cubas, o improvável herói desta história, não fez nada de especial.
Angola, poucos anos depois da independência. Estamos mais precisamente em Luanda, em anos de esquemas de sobrevivência. Um pai de família desencanta um porco e leva-o para o seu apartamento, no sétimo andar de um prédio. Os filhos, Zeca e Ruca, apaixonam-se perdidamente pelo porquinho.
«AO VENCEDOR, AS BATATAS!» Amor e loucura, num livro delicioso sobre a grandeza dos sonhos e a miséria da realidade humana Rubião, modesto professor de província, herda uma fortuna do filósofo Quincas Borba. Mas com a riqueza vem igualmente a loucura do seu amigo.
Um dos romances mais conhecidos da literatura portuguesa. Daniel, um jovem médico petulante, regressa à aldeia onde nasceu, depois de se ter formado. Margarida, amiga de infância, ali se manteve, ansiando pelo seu regresso. Mas Daniel já não é o mesmo. Esqueceu-se da vida passada. Urbanizou-se. Haverá um reencontro?
A mais popular novela sentimental do Romantismo português foi escrita por Camilo Castelo Branco em 1861, altura em que o escritor esteve preso na Cadeia da Relação do Porto, acusado de adultério, e publicada no ano seguinte.
Este romance foi publicado, pela primeira vez, em Julho de 1890, numa revista mensal americana, a Lippincott’s. O editor, temendo acusações de indecência, expurgou-o, no entanto, de palavras e passagens que considerava ofensivas ou chocantes.
Autor(es): André Brun A Malta das Trincheiras é uma humaníssima abordagem do comportamento humano, feita com raros humor, sensibilidade e respeito pela dor e pela dignidade do ser humano. Poucas narrativas de guerra, nos países que viveram o trágico conflito, têm estas características.
E se o triunfo do Ocidente, afinal, se devesse à força das ideias, à força do conhecimento? Esta é uma história que muitos querem silenciar.
Autor(es): Alexandre Castro Caldas Não vale a pena andar a procura da alma no cérebro, simplesmente porque ela não está lá. Quem somos, o que somos nós, o que é o cérebro e as suas funções? O cérebro é o órgão do corpo humano que mais mistérios encerra. Há quem considere que ao devassá-lo e descobri-lo se atinge o limiar do conhecimento humano.
Autor(es): Ana Simão Inês tem uma doença muito rara, Osteogénese Imperfeita (OI) – mais vulgarmente conhecida como doença dos ossos de vidro – e aos 14 anos o seu pequeno corpo já tinha sofrido mais de 100 fracturas.
Autor(es): Antoine de Saint-Exupéry Este é um dos livros mais amados pelos leitores de todo o mundo. À primeira vista, é um livro muito simples. Um principezinho fala com um aviador em apuros e cativa-o. Mas que mensagem nos quererá transmitir esse viajante que, vindo de um asteróide, é tão semelhante a qualquer um de nós?
No fim da vida, numa carta a uma parenta aristocrata que conhecera Paris nos tempos áureos, terminava Eça: «Deus nos dê paciência para aturar a civilização.» A par da descrença, que se ia insinuando naquele fim de século, na ciência e na técnica, a visão da vida e do mundo de Eça, a caminho dos 60 anos, também já era outra.