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A Economia Não-oficial Urbana em Luanda (1960-1996)

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Neste estudo, procura-se compreender melhor as dinâmicas sociais subjacentes à economia subterrânea. Quem lucra com ela? Quem a pratica? Actualmente, assiste-se ao fim da impunidade, mas o debate deverá ser mais profundo. Quem é responsável por esta crise? E pela criação de uma mentalidade de desmoralização da vida pública? Quem aproveitou o banquete? Quem ficou com os restos? 

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Em 2014, Angola entrou em crise profunda. Dependente do petróleo, perdeu as reservas internacionais e a credibilidade. A moeda desvalorizou-se, a banca afundou-se, o empresariado emergente sucumbiu, e o país quase entrou em falência.
Tudo isto por consequência dos efeitos nefastos da economia subterrânea. Bloqueou o desenvolvimento da classe
empresarial angolana, devido a corrupção, gestão ruinosa da coisa pública, peculato, branqueamento de capitais, entre outros crimes. Neste estudo, procura-se compreender melhor as dinâmicas sociais subjacentes à economia subterrânea. Quem lucra com ela? Quem a pratica? E porquê?
Actualmente, assiste-se ao fim da impunidade, mas o debate deverá ser mais profundo. Quem é responsável por esta crise? E pela criação de uma mentalidade de desmoralização da vida pública? Quem aproveitou o banquete? Quem ficou com os restos? Para que Angola se desenvolva, muito terá de mudar.
Este é o contributo de Manuela Venâncio para essa mudança. Dirigido aos jovens estudantes que queiram compreender e pesquisar os factores que contribuíram para esse momento da história angolana e, assim, exercer o seu elevado papel nosesforços de moralização da sociedade.

Nº de Páginas208
Ano de EdiçãoNov. 2018
ISBN978-989-702-447-4
Formato15x23
CapaBrochado