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Assim Escrevia Bento Kissama

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Autor(es): Carlos Taveira (Piri)

Uma história angolana e portuguesa

De aguardente velhíssima em punho, Bento Kissama metralha o teclado, acordando memórias da Guerra Ci­vil Angolana, na qual se bateu, disparou obuses e ma­tou sem vontade. Escreve-as no seu refúgio de Olhão, um albergue comprado com dinheiros herdados e la­vados, onde enriquece, engorda e seduz turistas com cio.

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Uma história angolana e portuguesa

De aguardente velhíssima em punho, Bento Kissama metralha o teclado, acordando memórias da Guerra Ci­vil Angolana, na qual se bateu, disparou obuses e ma­tou sem vontade. Escreve-as no seu refúgio de Olhão, um albergue comprado com dinheiros herdados e la­vados, onde enriquece, engorda e seduz turistas com cio. O acaso, porém, coloca-o na encruzilhada de uma correspondência tão inesperada como inquietante, pro­vocando-lhe delírios filosófico-etílicos que rondam a loucura. Para reconquistar o equilíbrio perdido, regres­sa a Angola, onde desaparece, deixando três cadernos nas mãos de um editor. Gilberto, jornalista freelance, esquadrinha-lhe o manuscrito deparando-se, banzado, com um friso de personagens improváveis: o autor, um macaense amigo de infância, uma freira à solta, um bosquímano combatente, um soldado sul-africano das forças especiais e sua irmã, um sombrio agente da po­lícia política, entre outros, mostrando-lhe que as cores da aventura humana são o oposto de um filme em tons de cinza.

Nº de Páginas 296
Ano de Edição Mai. 2019
ISBN 978-989-702-476-4
Formato 15x23
Capa Brochado
Autor(es) Carlos Taveira

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Assim Escrevia Bento Kissama

Assim Escrevia Bento Kissama

Autor(es): Carlos Taveira (Piri)

Uma história angolana e portuguesa

De aguardente velhíssima em punho, Bento Kissama metralha o teclado, acordando memórias da Guerra Ci­vil Angolana, na qual se bateu, disparou obuses e ma­tou sem vontade. Escreve-as no seu refúgio de Olhão, um albergue comprado com dinheiros herdados e la­vados, onde enriquece, engorda e seduz turistas com cio.

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