Cataclismo Atlântico: Repensar o Tráfico Atlântico de Escravos muda o paradigma das discussões sobre a escravatura, rebatendo ideais há muito estabelecidas e falsos consensos históricos.
Nenhum debate sobre a escravatura pode, agora, ser feito sem considerar este livro.
Um livro de David Eltis, um multipremiado autor especialista no mundo atlântico do início da era moderna, na escravatura e na migração.
E se, mesmo numa das mais repelentes actividades humanas, os Portugueses tivessem sido diferentes? Como? Em quê?
Em Cataclismo Atlântico: Repensar o Tráfico Atlântico de Escravos, David Eltis revê dois mil anos de escravatura, confrontando com desassombro as mais recentes discussões sobre o tráfico transatlântico.
Com imensos dados novos que o site slavevoyages.org disponibiliza, Eltis dá explicações convincentes quer sobre o motivo do início do tráfico quer sobre o seu fim.
Cataclismo Atlântico desmascara dúvidas de longa data: sim, a norma foi a de viagens bilaterais, entre África e as Américas; e sim, os Portugueses lideraram desde o século xvi o tráfico transatlântico, com excepção do século xix, que foi de liderança britânica.
Eltis examina, além da participação essencial dos Europeus, a participação dos vendedores africanos, seja dos «guerreiros-mercadores» em larga escala, seja da multitude de «pequenos vendedores» de um ou dois escravos: só a rainha Ginga está associada ao embarque de 190 mil escravos em poucos anos.
Cataclismo Atlântico: Repensar o Tráfico Atlântico de Escravos reformula e abala os falsos consensos históricos sobre o tráfico atlântico.
Nenhum debate sobre a escravatura pode, agora, ser feito sem considerar este livro.
Leia aqui um excerto: O Cataclismo Atlântico, David Eltis