Com este 3.º volume fica completo o monumental O Ramo de Ouro, de J. G. Frazer, tomando por base a edição de referência da Universidade de Oxford.
Este volume junta os livros III e IV: um explica como as sociedades eliminam o mal; o outro mostra como estas se renovam, num ciclo de purificação, sacrifício e regeneração.
Com uma narrativa cativante, o último volume de O Ramo de Ouro deixa-nos um enorme legado intelectual, pleno de modernidade e relevância, apesar de se focar em rituais antigos.
UM TRABALHO MONUMENTAL QUE TRAÇA A EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO HUMANO DA MAGIA À RELIGIÃO E À CIÊNCIA
O Bode Expiatório e O Ramo de Ouro, terceiro volume de O Ramo de Ouro, de Sir James George Frazer, continua a explorar as ideias de que a natureza tem de ser constantemente renovada pelo sacrifício, de que o poder é frágil e cíclico, e de que os rituais humanos reflectem os ciclos da natureza.
Em «O Bode Expiatório», mostra-nos como as sociedades, crentes de que o mal é uma força tangível que pode ser fisicamente removida, expulsavam o mal através do sacrifício, humano ou animal.
Em «O Ramo de Ouro», Frazer retoma o mito central do bosque sagrado de Nemi, em que o sacerdote-rei tem de ser sacrificado ao ritmo das estações, para que haja renovação e fertilidade.
Último livro deste monumento fundacional da Antropologia, o presente volume encerra a argumentação de Sir James George Frazer de que a violência ritual nada mais foi do que a tentativa da Humanidade de controlar a vida, a morte e a natureza.
«Tenho uma dívida de gratidão para com outra obra de Antropologia, a qual influenciou profundamente a nossa geração; refiro-me a O Ramo de Ouro.»
In Notas a A Terra Devastada, T. S. Eliot
Leia um excerto aqui: O Ramo de Ouro Vol. III, James George Frazer