Um livro polémico: homens e mulheres são biologicamente diferentes
Sexo, Ciência e Censura, de Peggy Sastre e Leonardo Orlando, afirma que homens e mulheres são biologicamente diferentes. Dizer isto tornou-se polémico? E investigar cientificamente essas diferenças será uma ameaça à igualdade?
Um livro polémico: homens e mulheres são biologicamente diferentes
Sexo, Ciência e Censura, de Peggy Sastre e Leonardo Orlando, afirma que homens e mulheres são biologicamente diferentes. Dizer isto tornou-se polémico? E investigar cientificamente essas diferenças será uma ameaça à igualdade?
Hormonas, cérebro, sexualidade, comportamento, escolhas profissionais, ciúme, preferências amorosas: há décadas que a biologia, a psicologia evolucionista e as ciências cognitivas estudam diferenças entre os sexos. Os autores sustentam que algum deste conhecimento científico se tornou incómodo e que, em universidades, instituições, meios de comunicação e redes sociais, há resultados científicos silenciados quando entram em conflito com concepções ideológicas dominantes sobre «questões de género».
Partindo da sua própria experiência de censura académica, os autores investigam esta nova «guerra dos sexos» e confrontam ideologia e evidência científica, natureza e cultura, igualdade e diferença. Provocador, documentado e deliberadamente contrário aos consensos confortáveis, Sexo, Ciência e Censura lança uma pergunta essencial:
Numa sociedade livre, devemos aceitar apenas a ciência que confirma aquilo em que gostaríamos de acreditar?