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que túmulo em que talhão

Vencedor do Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho
APE | CM de Loures – 2022

Depois de Uma Pedra sobre a Boca, o poeta João Moita evoca cenários da vila ribatejana de Alpiarça, sua terra natal, em Que Túmulo em Que Talhão. Levanta-se destes poemas uma natureza indiferente ao humano.

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Depois de Uma Pedra sobre a Boca, o poeta João Moita evoca cenários da vila ribatejana de Alpiarça, sua terra natal, em Que Túmulo em Que Talhão. Levanta-se destes poemas uma natureza indiferente ao humano. O sujeito enunciador retrai-se, quase desaparece. Sobram quadros de uma inusitada beleza, paisagens percorridas pela lente impiedosa de uma câmara. A única transcendência é a da putrefacção. Escuta-se o murmúrio feroz da terra e dos bichos. A esclerose alastra por uma vila fossilizada. Alguém procura algures um túmulo, perdido entre talhões.

Ficha Técnica:
Categoria(s): Ficção, Poesia
Colecção: Poesia
Nº de Páginas: 84
Ano de Edição: Abril 20222
ISBN: 978-989-702-746-8
Formato: 16,5x20
Capa: Brochado
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